10 de jun de 2011

Treinos Livres - Gp do Canadá

Nico Rosberg começou bem o fim de semana ao colocar seu Mercedes W02 na ponta da tabela de tempos na 1ª Sessão de Treinos livres do Grande Prêmio do Canadá.

Mercedes e Ferrari dominaram as primeiras posições da tabela de tempos em Montreal.

Rosberg foi o único a baixar seu tempo a 1:15. O segundo melhor, Fernando Alonso, ficou a 0,5 seg. do tempo do alemão, mas deu mostras de que a Ferrari pode ir bem neste GP. Prova disso seria a 4º posição de Felipe Massa a 0,5seg. do tempo de seu companheiro de equipe mas entre os melhores da manha.

As equipes aproveitaram a manhã para testar os compostos intermediários, oferecidos pela Pirelli e que serão utilizados no próximo GP, o de Valência. Ninguém ousou com os pneus macios.

A pista suja colaborou para que ocorressem alguns "deslizes" mas nenhum como o de Sebastian Vettel, que deixou seu nome no Muro dos Campeões.

O Campeão de 2010 bateu forte no muro e mais uma vez não pode terminar um treino livre.

Alonso lidera pela tarde

Na 2ª sessão de treinos foi a vez de Fernando Alonso tomar a liderança dos tempos e marcar 1:15 baixos. Sebastian Vettel e Felipe Massa vieram logo a seguir a menos de 0,5 seg.

Já com os pneus macios para a corrida os tempos foram bem melhores que os da manhã.

Os acidentes marcaram a sessão de treinos da tarde. Foram 3 bandeiras vermelhas: Sutil, Kobayashi e D'Ambrosio.

Sérgio Pérez cede seu lugar a De la Rosa

Sérgio Pérez regressava esta sexta-feira à competição e, depois de marcar o 11º melhor tempo na sessão matutina, se sentiu mal e a equipe Sauber deciciu substituí-lo. Se engana quem pensou em Esteban Gutierrez para substituir o mexicano: Pedro de la Rosa foi o escolhido de Peter Sauber e será o companheiro de Kamui Kobayshi durante este GP.

Dentro desta notícia, quem não ficou nada feliz foi o piloto de testes da equipe Sauber, que esperava uma oportunidade:

"É uma pena o de Montreal. Espero que o "Checo" se recupere. Nunca recebi indicações para prevenir essa situação. Estava pronto...Falta de transparência..Fiquei sabendo pelo twitter".

Essa foram as declarações de Esteban Gutierrez através de sua conta pessoal do Twitter.

Escritório do Peter vai ferver...


Confira os tempos de hoje:
 - 1ª Sessao de Treinos Livres
 - 2ª Sessao de Treinos Livres

13 comentários:

TREINO LIVRE 1

ELFODON (1min16s139)
ZACA[1min16s658]

TREINO LIVRE 2

ELFODON[1min15s107]
ZACA[1min15s601]

Minha cara Pri...seu texto distorceu um pouquinho a diferença do ZACA pro ELFODON DAS ASTURIAS...NÃO??

GP do Canadá de 1991 entrou para a história da Fórmula 1.

Personagens daquele episódio no mínimo bizarro, senão engraçado, mas de conseqüências desastrosas para a equipe Williams, atuam ainda na Fórmula 1. É o caso do diretor-técnico da Toro Rosso, Giorgio Ascanelli, na época engenheiro de Nelson Piquet, na Benetton, e do então chefe dos mecânicos da Williams, Dickie Stanford, hoje coordenador da escuderia.
Em rápidas palavras o que se passou: Nigel Mansell possuía um carro tão eficiente quanto o atual da Red Bull, do líder do Mundial, Sebastian Vettel. Não por coincidência foi concebido pelo mesmo genial projetista da Red Bull, Adrian Newey. Como Mansell tinha 50 segundos de vantagem para o segundo colocado, Piquet, o inglês percorreu os 4.430 metros (extensão do traçado em 1991) tão devagar que, de repente, depois do hairpin, a um quilômetro da bandeirada, o motor desligou.
“Como poderia me esquecer, Nigel acenava para a torcida, na arquibancada, já se sentia o vencedor”, diz Ascanelli, rindo. O lado de Stanford: “Nós saímos dos boxes com a bandeira da Inglaterra, da Williams, e da França, do motor Renault, para celebrar a vitória, no muro dos boxes”, conta. “Estávamos a espera de Nigel e quem passou foi Nelson”, disse.
“Olhamos um para a cara do outro. Disse ao rapaz do meu lado que não havia visto Nigel passar e perguntei se ele viu”, lembra Stanford. “Estávamos confusos. Quem, afinal, havia vencido? Poucas pessoas do time dispunham do rádio. Como chefe dos mecânicos eu não tinha.” Apenas Frank Williams, sócio da equipe, Patrick Head, sócio e diretor-técnico, e Peter Windsor, diretor esportivo, estavam na escuta de Mansell. “Foi vergonhoso para nós enrolar as bandeiras e regressar aos boxes. Senti uma sensação horrível de derrota humilhante”, conta, com expressão ressentida, Stanford.
Ascanelli retira dos arquivos da mente mais dados: “Eu comecei a gritar no rádio, vai Nelson, vai Nelson, Mansell ficou no hairpin. E Nelson me pediu para parar de gritar porque já havia visto a Williams”. Na saída do hairpin os carros estão a 60 km/h, em primeira marcha. “Fizemos uma festa. Nelson nos fez rir muito. Não dá para falar tudo o que disse sobre Mansell e sua esposa. Deixou claro que ganhar daquela forma, em cima de Mansell, era especial.”
O tema Piquet parece entusiasmar Ascanelli. “Eu estava começando na Fórmula 1, ou ao menos não tinha a experiência de Nelson, já três vezes campeão do mundo. Aprendi muito com ele. Nos meus 27 anos de automobilismo nunca convivi com alguém da sua capacidade técnica, inteligência. Dizíamos dele hard worker, hard player. Nelson trabalhava duro e ao mesmo tempo era possível se divertir muito. Não tinha papas na língua.”
O motivo do abandono de Mansell no GP do Canadá de 1991 só poderia acontecer com ele mesmo, piloto tão veloz e espetacular quanto responsável por cenas até jocosas. Patrick Head, hoje diretor de engenharia da Williams, explica: “Nós o avisamos de que o FW14 (carro daquele ano) incorporava muitos sistemas eletrônicos e a bateria era muito pequena. Portanto, a função do alternador era essencial para mantê-lo ativo.”
Não adiantou. Stanford comenta: “Os giros do motor foram tão baixos na última volta que quando pegamos o carro, depois, não havia a mínima carga na bateria”.
O clima dentro da Williams era funesto. “Ninguém conversava com ninguém. Apenas Mansell procurou animar o grupo, dizendo que essas coisas acontecem… mas ninguém o ouviu. Como vencemos as quatro corridas seguintes, teríamos boa chance de sermos campeões com aqueles 10 pontos”, comenta Stanford. “Para não dizer que ganhávamos £ 25 por ponto por integrante e um prêmio especial pelo título”, recordou ontem. “Para aquele tempo era um bom dinheiro.”
Ayrton Senna, com McLaren, abandonou o GP do Canadá de 1991. Curiosamente, com pane no alternador. Em Suzuka, Senna conquistaria o campeonato, seu terceiro, em cima de Mansell. A vitória de Piquet foi a última na carreira, assim como o título de Senna.

Boa a história acima, latueiro. Eu, pelo menos, não conhecia detalhes desta jogos derrota do Mansell.

Sobre o Massa, não acho q distorci não. Vc ver o Massa entre os 4 primeiros é sinal de q a Ferrari vai bem e q o Alonso, portanto ainda melhor.

Eu, e muitos aqui na Espanha pelo menos, temos o Massa como medidor do verdadeiro potencial do carro. O Alonso sempre faz mais, então acho q fui coerente no texto.

Só assim para atrair a atenção da musa dos blog...né. Mas é verdade minha cara pri...o Alonso não serve como parãmetro pro carro da Ferrari. Pois ele sempre tira algo mais deste.

Em compessassão o nosso ZACA anda o que o carro permite...se ta bom? ele anda bem...se ta ruim..ele anda mau.

Masssssss...os meio segundos estão ai firmes e fortes.

Quanto a história desse gp de Montreal e o resultado final...são creditos do Livio Oricchio.

Eu apenas fiz um pequeno resumo...pois ela é bem maior.

Isso é o circuito G.Villeneuve...até treino é bom de si ver.

E o ZACA hein?? gostei...pilotou como gente grande...e mesmo não tendo colocado ele entre os dez da corrida no bolão. Acho que ele é candidato amahã...Principalmente porque a ultima coisa que o Vettel queria era ter o Alonso do lado na largada. Não vai facilitar e sabe que o aturiano vai sair com tudo pra cima tambem.

Então pode muito bem sobrar um bom corredor para o nosso ZAAAAAAAAACA.

Obs...McLaren e Mercedes me pareceram acertadas para uma provavél corrida na chuva.

muito bom o treino... e a coridda promete.. a ferrari tem um ritmo de corrida melhor e vai dar trabalho para a red bul..

Certeza Latueiro...

As McLarens estão com muito mais aerofólio traseiro dos que as equipes concorrentes... Só que vale lembrar que isso é uma constante até o momento nas provas!!!

Ou eles sempre acreditam na chuva ou o carro precisa de mais DOWNFORCE!!! Agora, que carro é esse da RBR, quando abre a ATM o aerofólio traseiro desaparece!!!

E isso vale um comentário à parte...

Meu amigo Latueiro deve ter gravado o treino classificatório!!! Quanta puxação de saco do Galvão, nosso amigo, prá cima do Piquet Pai!!! Kiekeylson... Aí tem coisa, não é possível...

Só o Reginaldo Leme que não leu a explicação direito no comentário do Latueiro prá saber o que aconteceu de verdade naquela prova de 1991, ficou falando bobagens!!! A versão levantada pelo Latueiro é muito mais detalhada e combina muito mais com o perfil do "estabanado" Mansell...

Só uma coisa Latueiro, não vai ficar levando o computador pra assistir os elogios do Galvão pro Piquetzão no banheiro que a patroa desconfia!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkk...

pelo menos o Piquezao eh um grande piloto,pelo q o filho eh piloto de video game,alias,com toda a imcompetencia infelizmente oq tem de melhor hj de piloto brasileiro eh Rubinho e Massa,pra ver o quanto estamos pessimos de piloto,enfim,falando de pilotos e nao de manés, Vettel ta ai pra ser o novo shumi e o xato do Alonso tirando leite de pedra mais uma vez mostrando q eh um grande piloto,continuo axando ele e o Hamilton melhor q Vettel,no entanto Red Bul te da asaaas

E quem disse que dei trela pro Galvião e Leme. Os caras dizem que estão a mais de 30 ao lado da f1 e até pra falar uma verdade...eles tentam conta-la em sentido figurado.

E olha que eles tem tudo gravado...eu não.

E como sempre o nosso amigo ZUADOR continua sendo apenas um coitado.

Eu nao entendi o Pedro DeLa Rosa aceitar ajudar a Sauber. O cara foi trocado no meio do ano passado sem a menor satisfacao, e olha que ele estava fazendo mais ou menos os mesmos tempos de volta do Koba (que ao meu ver nao é tao bom piloto assim, basta ver que a múmia do Pedro conseguiu andar bem próximo dele em um carro que ele mal conhecia)mesmo assim foi chutado em 2010 e substituído pelo Heidfeld.

Nao era a hora de deixar o Peter Sauber chupando dedo e dar o troco?

De La Rosa, Barrichello, Massa, Trulli sao destes tipos de pilotos sem amor próprio...

Concordo plenamente, Tio Bernie.

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