5 de jan de 2008

Carmen Jordá


Carmen Jordá,espanhola, ainda nao tem nem 20 anos,mas já se mostra uma mulher corajosa ao nao ter medo de enfrentar-se ao um "mundo de homens".Um ano na F3 espanhola lhe valeu para ganhar a confiança da equipe Campos Racing(a mesma que "alavancou" FernandoAlonso).Seu pai,um ex-piloto,lhe deu um kart aos 9 anos e desde entao seu sonho é chegar à F1.


Essa foi um entrevista concedida por Carmen Jordá a Telecinco:


Quando te perguntam pela sua profissao...?
Minha profissao é piloto.

Como você se meteu no mundo do automobilismo?
Meu pai era piloto e com 9 anos me deu um kart.Sempre acompanhei F1 com ele e a "fixaçao" vem por tradiçao,é de família.

3 pódios na F3.Um ano de êxito?
No início da temporada nao podia treinar porque nao tinha equipe.Antes da primeira corrida só tinha feito dois testes.Ao longo do campeonato notei a melhora, como ia melhorando,já que nao pude adaptar-me ao carro nem pensar em melhoras para ele antes de começar o campeonato.

Um mundo difícil para uma mulher?
A maioria dos pilotos sao homens.No início custa,porém nas competiçoes nacionais somos todos conhecidos e isso facilita as coisas,agora sou a "menina" e eles já sabem.O fato de ser mulher também é um bom chamado publicitário que ajuda a conseguir patrocinadores.

Que marca te diferencia de seus companheiros?
Na hora de competir todos somos pilotos.Depois que você poe o capacete e sobe no carro nao há diferenças entre homens e mulheres,ambos somos pilotos.Pra mim nao há diferença.

Apesar de você achar que nao existem diferenças,nao há mulher na F1...?
Na F1 já houve uma mulher(Giovanna Amati) que conseguiu um ponto em uma corrida de mundial.Isso nao deveria ser assim.Nao temos porque sentirmos discriminada.No gênero femenino há talento.

4 rivais femeninas em Valencia(nos testes para a equipe Campos Racing).Vê alguma na F1?
Em escala internacional tem muitas meninas que estao se saindo muito bem.Nao saberia dizer o nome de nenhuma delas para chegar à F1 porque ainda nao estao na antesala da F1.

Sua meta para 2007 era a F3.Em 2008 aonde quer chegar?
Meu objetivo em 2008 é passar para a seguinte categoria da F3.Minha meta pro futuro é estar na F1.Sei que é difícil,mas vou tentar.
O que é a F1 pra você?O futuro?
É meu sonho e nao considero algo impossível.


Carmen foi a 4º colocada no geral no Campeonato de F3 espanhol de 2007.


Guardem esse nome...

8 comentários:

Sou mais a Bia Figueiredo! rs.. brincadeira.

Vou ter que fazer o comentário... será que toda mulher piloto tem que ser gata? Isso já é quase uma regra! haha...

Destaque para o capacete.

Priscilla,

Muito obrigado pelos parabéns! Aliás, o novo layout do seu blog ficou ótimo: parabéns para você também!

Grande abraço,

Gustavo Coelho

Realmente muito bonita essa Carmem..... na Indy tem 3, a F-1 teve seu primeiro negro agora... vamos esperar o dia que terá 1ª mulher também ...........

Que bela regra hein Fábio (Rio kart)...

Ficou bom o novo layout, Priscilla!
E boa sorte para a Carmem!

Cara Priscilla:

Muito legal a "invasão" das mulheres no automobilismo... Gosto de ver tabus quebrados na F1, que em 2007 abriu espaço para um negro (que mostrou ser bota) e agora fico na expectativa de ver um cockpit ocupado por uma mulher. Quem sabe não será a Carmem? Ela só demonstrou ter pouco ou nenhum conhecimento sobre a saga do sexo feminino na F1, pois citou Giovanna Amati como única representante das mulheres e única a marcar pontos...
Na verdade a F1 teve a seguinte escalação feminina:

1- Maria Thereza de Filippis: pioneira que disputou 3 corridas e completou apenas uma, GP DA BÉLGICA DE 1958 chegando na décima posição.

2- Lella Lombardi: essa sim única mulher a marcar ponto em uma corrida válida pelo campeonato mundial de pilotos, GP DA INGLATERRA DE 1975, onde marcou meio ponto chegando na sexta posição (a corrida foi interrompida antes da metade, por isso os pontos foram divididos ao meio). Lella disputou 17 corridas.

3- Divina Galica: estava inscrita para 3 gps - Inglaterra em 1976, Brasil e Argentina em 1978 - mas não se classificou para o grid de largada em nenhuma das três.

4- Desirre Wilson: não obteve classificação para o grid do GP da Inglaterra de 1980.

5- Giovanna Amati: como a Carmem poderia falar que essa italiana que cedeu seu assento na Brabham de 1992 para ninguém menos que Damon Hill poderia ter marcado ponto sendo que nunca disputou uma corrida? Giovanna tentou se classificar para três Gps e não obteve êxito...

Essa foi a saga do sexo feminino na F1 até hoje, salvo enganos. Ainda bem que para conseguir uma vaga na F1 não se leva em conta conhecimentos de sua história, senão a Carmem estaria previamente reprovada...
A miniatura do Alonso que te falei dias atrás já está publicada no blog, confira e veja se gostou...
Grande abraço!!!

Se ela pilotar metade do que é bonita vai ser muito melhor que o Kimi Raikkonen!
Foi uma entrevista bem bacana...
Priscila, acabaou minhas ferias to de volta e falando do Dakar...
Abraços.

Oi querida, obrigado por linkar o blog da jade, é um prazer ter seu blog na nossa lida, ainda mais esporte escrito por mulher, ainda é raro heheheh. Muito sucesso ao seu blog.

Em breve teremos novidades em um projeto e gostaria de contar com todos os parceiros, bjos....

http://bloguinhodajade.blogspot.com/

http://planetaesporte.efcbrasil.com/

Mulher na F1? A pergunta é: quando é que chega a próxima chance? Eu tinha muita esperança em ver a Danica na Honda. Agora com o fim do CT a exigência física deve aumentar. Mas isso não é impedimento, primeiro porque ninguém, homem ou mulher, está fisicamente preparado para pilotar um F1 sem um programa de exercícios muito intenso. E também porque já tem um monte de marmanjo chorando a perda do CT, se é difícl pra elas não é menos para eles...

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