É a única engenheira espanhola com opçoes de chegar na Fórmula1.

Não é fácil ser mulher no mundo do motor.Hormônios a flor da pele,muitas horas fora de casa,vida de feirante e poucas companheiras para conversar.O respeito se ganha com trabalho duro,como Ângela Gallego,saudosa dos muitos carnavais perdidos por causa das corridas.
Ela é única nas competições motoras na Espanha.Com 29 anos,aprende o ofício na equipe de Alejandro Agag e Adrián Campos,na GP2.
Seu objetivo é chegar a elite,porém pouco a pouco."Agora estou totalmente concentrada na Fórmula 3 e nas colaborações que faço na GP2.Não tenho pressa.Para estar na F1 sem fazer nada prefiro seguir ganhando experiência",diz a engenheira de telecomunicações,licenciada na Universidad Européia de Madrid.
Enviou currículo para várias equipes e finalmente ,lhe chamou Adrián Campos para que se incorporasse a sua escuderia.Sua missão era desenvolver um simulador.Depois ,Ângela
saltou a pista para ampliar sua influência.Em 2006, ajudou a ganhar a Copa da Espanha e em 2007 conseguiu que seu piloto,Germán Sanchez,na Fórmula3 espanhola,fosse o melhor "rokkie" do ano.Ascendida a engenheira de pista,se transformou em uma verdadeira "chefa" dentro da equipe.
"Faço muitas coisas,desde controlar telemetrias até vigiar se um triângulo se dobrou".Mulher pra tudo.Com o capacete posto,tranquiliza ao piloto,vigia para que a configuração do veículo este pronta...Se a obedecem?"É bem raro ver uma mulher mandando nos boxes,mas me tratam muito bem, me obedecem e me respeitam,mas ainda tem gente que se surpreende de ver uma mulher neste negócio".
Na Fórmula 1 a presença feminina aparece com conta gotas,mas aparece...
Fonte e foto: www.elmundo.es
Parte do texto foi traduzido do texto original de Jaime Rodríguez.

Não é fácil ser mulher no mundo do motor.Hormônios a flor da pele,muitas horas fora de casa,vida de feirante e poucas companheiras para conversar.O respeito se ganha com trabalho duro,como Ângela Gallego,saudosa dos muitos carnavais perdidos por causa das corridas.
Ela é única nas competições motoras na Espanha.Com 29 anos,aprende o ofício na equipe de Alejandro Agag e Adrián Campos,na GP2.
Seu objetivo é chegar a elite,porém pouco a pouco."Agora estou totalmente concentrada na Fórmula 3 e nas colaborações que faço na GP2.Não tenho pressa.Para estar na F1 sem fazer nada prefiro seguir ganhando experiência",diz a engenheira de telecomunicações,licenciada na Universidad Européia de Madrid.
Enviou currículo para várias equipes e finalmente ,lhe chamou Adrián Campos para que se incorporasse a sua escuderia.Sua missão era desenvolver um simulador.Depois ,Ângela
saltou a pista para ampliar sua influência.Em 2006, ajudou a ganhar a Copa da Espanha e em 2007 conseguiu que seu piloto,Germán Sanchez,na Fórmula3 espanhola,fosse o melhor "rokkie" do ano.Ascendida a engenheira de pista,se transformou em uma verdadeira "chefa" dentro da equipe.
"Faço muitas coisas,desde controlar telemetrias até vigiar se um triângulo se dobrou".Mulher pra tudo.Com o capacete posto,tranquiliza ao piloto,vigia para que a configuração do veículo este pronta...Se a obedecem?"É bem raro ver uma mulher mandando nos boxes,mas me tratam muito bem, me obedecem e me respeitam,mas ainda tem gente que se surpreende de ver uma mulher neste negócio".
Na Fórmula 1 a presença feminina aparece com conta gotas,mas aparece...
Fonte e foto: www.elmundo.es
Parte do texto foi traduzido do texto original de Jaime Rodríguez.








